O batom nude perfeito. Quero começar por fazer um "disclaimer", e dizer que não há fórmula mágica no que toca a batons, muito menos nudes. Há que testá-los, experimentar vários tipos, cores, texturas, até percebermos o que funciona melhor no nosso tipo de pele, estilo de vida e preferências. Se, como eu, andam a procurar trocar os vossos produtos por biológicos, a marca Dr. Hauschka é uma boa escolha. Este batom é no nº3 (marron claro suave), custou 24,20€, e resulta muito bem como um tom neutro. Comprei na loja Organii, na Lx Factory. É matte, mas não seca os lábios, e é bastante confortável.
Experimentem!
Hello! Again…
Quando ouvimos os especialistas falar dos "staples" do guarda-roupa, são sempre as mesmas peças mencionadas: um casaco preto de cabedal, um bom par de jeans, uma t-shirt branca e, também branca, uma camisa. Estes básicos indispensáveis, onde qualquer roupa para o mais variado tipo de ocasião pode ser construÃda, devem ser da melhor qualidade que se pode encontrar.
Quando falamos de roupa ecológica, os preços variam tanto quanto o mercado de moda tradicional, podendo ser encontradas camisas dos 5€ aos 100€.
Comprei esta camisa ontem, numa loja em Cascais chamada Sapato Verde. Este é um espaço dedicado a tudo o que seja vegan, ecológico e sustentável, podendo ser encontradas marcas como a NAE (sapatos vegan), ALVA (maquilhagem biológica) e a HEMPACT (roupa feita a partir de cânhamo = hemp).
Esta camisa é da linha de homem, mas eu acho que resulta muito bem como uma camisa casual de senhora. É feita em Portugal e está disponÃvel em branco e azul. A composição é 55% cânhamo e 45% pet= tecido feito a partir de garrafas de plástico recicladas). A camisa é muito macia e a marca promete que é termodinâmica, sendo que é fresca no Verão e quente no Inverno.
Custou 49€ e parece-me que vai ser muito usada, já que não é condicionada pelas estações do ano.
Fica a dica!
Olá, olá! O tópico de hoje vai ser o sabão.
À medida que vão surgindo todo o tipo de produtos no mercado para limpeza, como gel de lavar a cara, mousses para o corpo, óleos hidratantes, o sabão continua a ser fabricado e vendido em qualquer superfÃcie comercial, e hoje venho explicar-vos porquê.
O sabão remonta à s primeiras civilizações mesopotâmicas, onde as cortes o usavam no quotidiano e em ritos especÃficos a divindades como Inanna, a deusa da sexualidade, cujos atributos passavam pelos aromas que usava no seu jogo de sedução. É no entanto na era moderna, que o sabão vai adquirir o estatuto de bem de consumo de massas, sendo o principal factor no aumento da esperança média de vida, sendo objecto de culto capitalista e de mercado cultural, chegando a ser retractado por artistas como Van Gogh no seu famossÃsimo quadro "Quarto em Arles", patente na colecção do Musée d'Orsay em Paris. Também no quadro da colecção do Museu Gulbenkian em Lisboa, "As bolas de sabão" de Manet, é também um quadro que testemunho a importância desta industria na vida do homem moderno.
Durante o século XVII, no reinado de Louis XIV, o ministro das finanças Jean-Baptiste Colbert impulsionará o fabrico do Savon de Marseille, cujo nome passará a ser reconhecido em toda a Europa.
O ingrediente base é o azeite. O sabão é dotado de propriedade simples e básicas, o que o tornam ideal para todos os tipos de pele. É também um dos productos de hegiéne mais ecológicos, já que a embalagem é mÃnima e o producto é usado até ao fim, durando muito mais tempo do que os boiões de producto lÃquido.
O sabão que vos mostro hoje foi comprado na AREA por 3,99€, 400g, e é da marca Compagnie de Provence.
Bons banhos!!
It's the most wonderfull time of the year!
Estamos quase no Natal! E por essa mesma razão, queria deixar aqui uma lista de ideias de presentes de Natal mais alternativa. Qualquer uma destas prendas eu adoraria receber, e acho que fazem um Natal muito completo e bonito, com um impacto ambiental menor!
Inspiração para o post:
—> http://verenaerin.ca/green-christmas-2016/
Gorro
Este gorro em particular é maravilhoso. Para além do seu design clean e moderno, é feito de cãnhamo e algodão biológico!
Botija
Para mim, tudo na vida é um investimento. Se comprarmos uma coisa, devemos pensar que a teremos para sempre, assim os critérios mudam. Queremos objectos onde investir o nosso dinheiro que nunca nos fartemos de olhar para eles. Esta botija, para além de óptima qualidade e feita de material reciclado, tem um design moderno, alegre e uma cor que não cansa.
Vela
"A Melhor Vela do Mundo" assim a chamam e eu concordo. É feita a partir de óleos usados que são reciclados e formam a cera da vela. Tem uma vasta gama de aromas para satisfazer todos os gostos.
Primeiro e segundo kit de cremes
A Pai é uma marca inglesa que produz produtos feitos a partir de ingredientes de origem biológica, está focada para poder fornecer à s peles sensÃveis de todos os tipos, produtos de beleza que cuidam. Eu tenho o creme de dia e o creme para os olhos e são fantásticos. Nunca um creme para peles oleosas se deu tão bem na minha pele. Estes dois kits são óptimos para dar de presente sobretudo nesta altura do ano. Um é mais acessÃvel e é bom para introduzir uma pessoa a este tipo de produtos. O mais caro é mais completo e bom para alguém que já goste de produtos de beleza biológicos e preferencialmente também da marca.
Mala solidária
A Matt & Nat é uma marca que já foi muito falada neste blogue. É vegan e preocupa-se muito com o design. A mala Hope da Matt & Nat é duplamente positiva pois 100% dos lucros revertem a favor de uma insituição à escolha do cliente a partir duma lista que a marca tem. No entanto podemos propôr instituições que gostariamos de ver na lista para podermos apoiar.
Camisa
Esta camisa é supostamente para homens, mas fica muito bem como um shirt dress para um look mais andrógeno. É da marca portuguesa Hempact e é feita de cânhamo.
Ténis
Quem é que não precisa de um par de ténis brancos? O clássico dos clássicos é aqui apresentado pela marca portuguesa Nae percursora da nova tecnologia que produz tecido a partir de fibras de folhas de ananás.
Coluna de música
Da Amazing Store que existe na LX Factory e nas Amoreiras é uma loja que vende todas as coisas feitas a partir de madeira e bambu. Com estas colunas bluetooth basta pousar o telemóvel no bloco de madeira para termos um som potente quando chegamos a casa.
Relógio
Este relógio, vendido também na Amazing Store (mentira, este modelo exacto acho que só se vende na marca de origem: Kerbholz, online) e é feito de madeira de nogueira e ouro e tem mecanismo suiço.
Ideias para embrulhos:
. tote bags
. lenços vintage
. jornal com cizal
Chegou o frio!! Hallelujah!
Ahaha, não se chateem comigo, mas a minha estação preferida é o Inverno. Sempre foi. Roupas quentinhas, chocolate quente, ouvir a chuva lá fora quando enrolada numa manta. Ai, a melhor sensação. Por isso, para as que como eu adoram todas estas mudanças e para as que não gostam e precisam de uma ajudinha para adaptar as rotinas de beleza à mudança de temperatura, deixo-vos aqui com os produtos que não dispenso quando me preparo para sair de casa ao encontro da chuva.
1. A bolsa
Encontrei esta bolsa na ZARA, têm aqui o link. Foi 12,95 e é a coisa mais fofinha que tenho na mala. Tem uma textura aveludada e a cor é muito diferente do que se encontra e associa no Inverno, mas a frase não deixa margem para dúvidas: "winteR LOVE", ideed!
2. O perfume
O meu perfume de eleição é o Coco Mademoiselle da Chanel. Mas a minha Mãe ofereceu-me este perfume e sempre que o uso recebo imensos elogios. Infelizmente, ele foi descontinuado, sendo que têm agora derivações deste, como o "Opium" ou o "Black Opium". É uma linha de perfumes muito intensos, perfeito para as estações frias. Fazem-me lembrar o famoso Nº5 da Chanel, por isso, se são fãs de perfumes mais "maturos", este é uma excelente opção.
3. O bronzeador
Como já expressei num post anterior, é minha vontade mudar gradualmente não só a roupa e acessórios, como também a cosmética, para versões mais naturais e amigas do ambiente. Foi com este intuito que decidi investir numa das marcas mais cultuadas neste universo da cosmética natural: a RMS. Estou para fazer um post só sobre os produtos biológicos e naturais que tenho, até lá, fica aqui um cheirinho. Eu já sou branca no Verão, mas quando chega o Inverno, a minha palidez quase que passa a ser transparência. Este bronzeador é fantástico. Tem uma textura muito cremosa, o que permite que se esbata na pele com muita facilidade e naturalidade. Por norma, aqueço o produto com o indicador e aplico directamente nos sÃtios da minha cara que pretendo. Depois, com o pincel duo fibre 187 da M.A.C. esbato a cor, de modo a ficar com uma pele mais quente e simultaniamente radiosa. Podem comprar maquilhagem da RMS na loja Skin Life do chiado. Deixo-vos aqui com o link para o brinzeador e aqui com o link para o pincel.
4. A sombra
Continuando no tema da maquilhagem, outro dos produtos que tenho mais tendência a usar nas estações frias, são as sombras brilhantes. São um staple de qualquer tuturial de maquilhagem outonal, e hoje trago-vos duas da minha fórmula e marca preferida no que toca a sobras shiny. Pessoalmente, gosto muita da maquilhagem da Chanel, para além das fórmulas raramente decepcionarem, podemos notar nas cores que muito trabalho e pesquisa é dedicado na concepção destes produtos. São por normas tons muito luxuriosos e que marcam a diferença. Quanto à fórmula, no Outono e Inverno, mesmo as peles oleosas perdem o brilho e a hidratação que no Verão ganham, assim, com texturas mais cremosas e luminosas, a face ganha de novo essa 3ª dimensão e vida. As cores que vos mostro destas sombras são a 81-Fantasme e a 95-Mirage.
5. Os batons
Há duas cores que ano após ano invadem as colecções A/W de qualquer marca de maquilhagem. São elas o rosa escuro e o vermelho, para o Outono e Inverno respectivamente. Mostro-vos então dois dos meus batons preferidos, que saem um pouco do lugar comum de recomendações (espero). O primeiro é um rosa, que embora na embalagem pareca muito claro, nos lábios torna-se muito escuro e intenso, chama-se Amorous e é da M.A.C. É de formulação matte, por isso ideal para se pôr de manhã e não nos preocuparmos que suje os nossos casacos e camisolas à medida que entramos e saimos de sÃtios aquecidos. O segundo, comprei no El Corte Inglés e é o Military Red da Burburry. É muito cremoso e brilhante, por isso extremamente confortável. Ideal para uma festa de Natal ou então sobre um vermelho matte, de forma a que dure durante mais tempo.
6. Ai o cieiro
Adoro o Inverno, sim. Mas não há nada mais desconfortável do que ter os lábios rachados e secos, para além do mais, impossibilita o uso de batom. Ando a usar este tubinho da La Roche Posay que comprei na farmácia para o Verão. É muito muito cremoso e absorve-se muito rapidamente. Tem factor 50 e é inodoro. Talvez não seja a melhor recomendação para o frio, mas têm me dado muito jeito tê-lo na carteira, e talvez seja uma boa dica para vocês comprarem no Verão! ;)
7. O hidratante
Andava desde o Verão à procura de um creme hidratante de uso diário que me acalmasse a pele, mas que ao mesmo tempo não a deixasse mais oleosa. Decidi então investir num creme mais rico e com ingredientes provenientes de agricultura biológica. Comprei este da Pai, que também encontram à venda na Skin Life. É muito leve e tem um leve cheiro agradável a flores. A embalagem é muito luxuosa bem como o design. Posso afirmar que não me irritou a pele e que a deixa com uma sensação de elasticidade e firmeza. Quando chego ao fim do dia, sinto que a minha pele consegue controlar melhor a sua oleosidade quando uso este produto. Adoro!
8. Adeus cabelo frizado
Este produto este frequentemente em promoção no Continente, por isso é só estarem atentas e levarem-no quando o preço estiver reduzido. A Schwarzkopf (tem só o nome mais impossÃvel de pronunciar de sempre) é uma marca excelente de supermercado. Mais cara que a marca branca, sem dúvida, mais ainda assim acessÃvel ao público em geral. Todos os produtos que experimentei deles gostei, mas este óleo foi sem dúvida o que mais me impressionou. É muito leve e deixa o cabelo suave e com um aspecto saudável. Depois de secar o cabelo, aplico o produto nas pontas e com o que me sobra nas mãos, passo nas áreas que tendem a frizar, e et voilà , estou pronta para um dia de humidade.
9. Adeus cabelo sem graça
Para aquelas que gostam de youtube e das ditas "gurus", sigam The Anna Edit e Lily Pebbles. Falei delas num post que fiz no blog, por isso não me vou demorar com elogios a estas que são as minhas youtubers preferidas. Pois bem, tanto uma como a outra juram por este produto "milagroso" da Oribe, o "Dry Texturizing Spray". Sempre que ia a Londres, lá entrava eu na Space NK para olhar e experimentar o dito produto holy grail. SaÃa sempre da loja com o cabelo a cheirar maravilhosamente bem e com uma textura messy à Serena van der Woodsen, mas nunca com o spray, já que o preço é exorbitante. Decidi então primir o gatilho e comprar o tamanho de viagem ahahah. Já o usei uma vez, mas estou a guardá-lo para quando cortar o cabelo pelos ombros, em Janeiro, pois sinto que aà fará mais sentido dedicar tempo e dinheiro no styling de um cabelo 'curto'.
10. O creme para as mãos
Já vos falei deste mini creme para as mãos, que podem comprar por 1,39€ no Continente, no meu post "What's in my bag". Mas nenhum winter beauty essentials estaria completo sem uma recomendação para creme de mãos. Pode não ser o mais luxurioso nem o mais entusiasmante, mas eu adoro este creme. A Nivea é uma marca de confiança para cremes hidratantes e quando fizeram esta versão mini, eu delirei. Sou apaixonada por tudo o que seja miniatura, para além de que ocupa muito menos espaço, por isso levo sempre comigo independentemente se tenho uma mala grande ou pequena. É bastante espeço, pelo que o aplico quando estou nos transportes e sei que vou ter tempo para que ele seja impregnado na pele.
1_ T-shirt branca
Quando Eric Daman fala, nós ouvimos. Não se deixem enganar pela sua figura um tanto excêntrica, Eric Daman foi o stylist DA série Gossip Girl… Need I say more? Numa entrevista feita ao mesmo que vi já há alguns anos no youtube, onde este falava dos essenciais de moda que as mulheres deviam ter no seu guarda-roupa, não me deixou de impressionar a forma como Eric Daman não se limitou a dizer uma t-shirt branca, mas fez questão de dizer uma t-shirt branca da Petit Bateau. Mais tarde voltei a ler esta referência à marca infantil na própria VOGUE. Por isso, no mês passado, numa visita a Londres, ao passar por uma loja da cadeia, decidi perceber todo este hype. Pois se não tivesse sido, não constaria neste post não é verdade? É a t-shirt branca do nosso imaginário. O tecido não é transparente, mas também não pesa no corpo. É ideal para o Verão e para o Inverno, sob outras camadas. O básico dos básicos, mais simples do que esta t-shirt não há. 100% algodão e Made in France. What's not to love?
. Petit Bateau
. fitted
. crew neck
2_ Camisa seda branca
O meu número dois é talvez a peça que mais uso destes essenciais. Para jantares formais bem como apresentações de trabalhos na faculdade, jantares de famÃlia ou até mesmo quando pura e simplesmente quero estar wel-groomed. É um peça que eleva instantaneamente qualquer look.
. bom corte
. não seja transparente
. Não seja longa nem cropped
3_ Camisola lã branca
Comprei esta camisola inicialmente para uma curta-metragem que estava a filmar na altura. Queria um look muito cosy e descontraÃdo, mas simultanemanete bonito e intemporal. A referência que tinha era a de Cameron Diaz no filme The Holiday. Comprei-a na Mango, usei-a nas filmagens e depois devolvi. Mas nunca deixei de pensar nela. [sou um bocadinho obcecada com knitwear] Voltei então à loja e comprei-a, era a última! Desde então é a camisola que quero usar todos os dias de Inverno. Deixa-me um pouco nostálgica, lembra-me de quando era pequenina e aninhava-me no colo da minha Mãe, que tinha sempre camisolas fofinhas e cheirava sempre bem. É uma peça que ganhou o seu próprio estatuto graças à carga emocional, mas não deixa de estar no top das peças mais práticas e simples de conjugar com as restantes.
. confortável
. que favoreça
. nem fina nem grossa
4_ Blusão de Cabedal
Faux leather! É a escolha ideal para um look cool e descontraÃdo, old rock and roll, que já é um clássico. Esta peça acho que fala por si. Sobretudo nas saÃdas à noite, quando o tempo começa a arrefecer, é sempre este casaquinho que escolho como date. Tão fácil que nem é preciso pensar e quando a noite começa mesmo a ficar gélida, fecho o zipper e fico que nem uma cebola no banco do comboio de volta a casa, sabendo que no dia a seguir não vou ficar constipada.
. cabedal falso :D
. hardwear prateado
. sem o patchwork dos biker jackets, tantas vezes confundidos com estes blusões.
5_ Trench Coat curto
Para os dias de Primavera e Verão, quando só uma blusa não chega, ou nas noites destes meses mais frescas, esta opção calha sempre bem. É um casaco óptimo para quando não queremos chamar atenção, mas também não queremos pareces hobos. Clássico, quase a roçar o sem sal, mas com os jeans certos e botins, óculos escuros gigantes para tapar uma cara ainda estremunhada, and you're good to go!
6_ Calças de cabedal / Jeans
Peço imensa desculpa, mas não me pude decidir entre as duas… Até porque acho que fazem ambas igualmente parte da mesma categoria bem como são muito distintas em termo do resultado que proporcionam. Umas são umas calças de ganga. Aquele par, que não tem que ser skinny, tem é que ser confortável e sempre que o vestimos sabemos que nos assenta bem. Estas encaixam-se na categoria do fácil e do complementar, para outras roupas que sem este item não teriam espaço no nosso guarda-roupa. O segundo par, calças de cabedal (falsas!), fazem exactamente o oposto: dão vida a peças básicas e simples, que sem este par, constituiriam mais um look igual a tantos outros. São o elemento "va va voom" perfeito. Adicionam textura e dimensão à s pernas, combinadas com camisolas quentinhas e grossas, alongam e emagrecem, bem como dão um toque de modernidade.
receita do livro As DelÃcias de Ella de Ella Woodward, pág. 76
_ Ella Woodward é uma das gurus de comida saudável mais popular na internet. A receita aqui apresentada pertence ao seu primeiro livro. Um segundo livro já foi lançado, intitulado de Deliciously Ella - Every Day, o qual já está na minha wishlist! _
"Estas bolinhas energéticas são baseadas numa das receitas mais populares do meu blogue. Há anos que as confecciono quase todas as semanas e fazem maravilhas aos meus nÃveis de energia, mesmo quando estou cheia de trabalho! São extraordinariamente doces graças à s tâmaras, enquanto o cacau lhes dá um toque achocolatado e as amêndoas, a manteiga de amêndoa, o óleo de coco e as sementes de chia lhe conferem todas as propriedades necessárias para manter a energia. Conservam-se muito bem no frigorÃfico, por isso pode fazer grandes quantidades e ter um snack doce sempre à mão. Também são fáceis de transportar, por isso pode levá-las para o escritório."
INGREDIENTES
Para cerca de 20 bolinhas:
. 1 caneca de amêndoas
. 2 canecas de tâmaras Medjool (à venda no supermercado El Corte Inglés)
. 4 colheres de sopa de cacau cru em pó
. 2 colheres de sopa de manteiga de amêndoa (à venda no Celeiro)
. 2 colheres de sopa de óleo de coco (à venda no Pingo Doce)
. 2 colheres de sopa de sementes de chia
2. Retiro os caroços das tâmaras e adicione-as, assim como os restantes ingredientes e 2 colheres de sopa de água, ao processador; volte a bater até estar tudo bem misturado e obter uma massa homogénea e pegajosa.
3. Molde pequenas bolas.
4. Coloque as bolinhas no congelador durante 1 hora para consolidarem e guarde-as num recipiente hermético no frigorÃfico.

Não me quero estender na introdução a este post, por isso recomendo vivamente a que leiam o anterior "Moda Ecológica". Dito isto quero apenas reforçar a ideia base para o actual: nenhuma marca ou item é perfeito, há que priorizar os pontos que mais importância têm para nós, e depois desse balanço feito, procurar aquela mala (saia, pulseira, gel de banho, etc.) que vai de melhor encontro às nossas convicções e necessidades.
1) FURLA
Satchel mini - cabernet
195€
*cor descontinuada*
Esta foi a primeira mala boa que comprei. Fiquei rendida desde o seu lançamento em 2010. Na altura estava no 8ª ano, e a irmã mais velha de uma grande amiga amiga tinha uma destas tão desejosas malas. Sempre que ia a casa dela ficava a olhar para a mala! Mas a obsessão foi esmorecendo, no entanto, com o passar dos anos, a mala nunca deixou de me chamar a atenção. Foi então que no ano passado decidi que queria investir numa mala boa, mas que não fosse de pele. Queria que a minha primeira "grande" mala fosse eticamente pura. Os meus requisitos foram:
. prática para andar na cidade de transportes
. resistente, tanto à chuva como ao sol
. numa cor básica que desse para usar todos os dias
. que o ipad que uso para tirar notas na faculdade coubesse
Foi então que me decidi pela candy bag mini, para que pudesse comprar a alça comprida (que se vendia à parte) e seria assim perfeita para andar no dia-a-dia e escolhi na cor winter rose. No entanto, com o uso, a parte da mala que roçava nos meus sobretudos começou a ficar preta. Fiquei tão chateada, não tinha pago quase 200€ para passado menos de 1 ano a mala já estar com um aspecto usado. Fui então à loja FURLA onde tinha comprado a mala e deram-me a opção de trocar por outra. Optei então por uma cor escura. No inÃcio não fiquei muito animada com esta troca, visto que a cor inicial era a minha favorita. No entanto, passado um ano, ainda estou a usar a mala todos os dias! A cor é perfeita, é diferente da tÃpica mala preta ou castanha, mas não deixa de ser clássica, como o material da mala não é nada convencional, fica o perfeito equilÃbrio entre estilos. Entretanto descontinuaram as alças compridas (e penso que também vão descontinuar as malas), por isso fiquei com a alça inicial. Mais o pom-pom cinza fica a combinação perfeita para uma statement bag!
Prós:
. tamanho compacto
. resistente a diferentes meteorologias
. versátil
. original
. cabe um iPad mini na perfeição
Contras:
. pvc
. a alça comprida tem apontamentos de cabedal nos fechos
2) TOTE BAG
algodão biológico - branca/preta
Já que nas outras malas sei que me vou estender na descrição, nesta vou combinar com a mala e vou simplificar.
Não há nada mais prático do que uma tote bag, principalmente se a mesma não tiver logos.
Vamos ao supermercado? check. Precisamos de um saco extra para um ida ao shopping não programada? check. Tenho que devolver uns tupperwares mas não quero depois passar o dia todo com uma mala extra? check. Quero ser hipster e ir à feira da ladra comprar vinÃs? check. Qualquer uma serve, o único requisito fundamental, para mim, é que seja de algodão biológico.
Prós:
. ? todos!
Contras:
. mainstream fashion
3) MATT&NAT
Bowling Bag - mitsuko - cardamom
98€ (saldos)
*cor descontinuada*
Para quem não conhece a MATT&NAT, pare tudo o que está a fazer e vá dar uma espetadela no site deles! É uma marca cuja missão é fazer malas 100% vegan, cujo interior é feito de um material reciclado de garrafas de plástico. E apesar destas "restrições" todas, fazem as malas de "cabedal" mais elegantes e de excelente qualidade que já vi à venda.
Têm modelos para todos os gostos e a paleta de cores é nos básicos, nudes e pastel.
Para quem tem um espaço de trabalho mais formal ou gosta deste tipo de cortes no que toca a bolsas, então esta é a marca a apoiar.
Uso esta mala quando sei que vou passar um dia longo fora de casa, onde vou precisar de mais coisas do que é habitual (ex.: guarda-chuva, casaco de malha, livros, etc).
Lançaram recentemente a mala HOPE, que para além de todas as premissas que a MATT&NAT já engloba, acrescenta-se a de o custo da mesma reverter por inteiro a favor de uma instituição à escolha do consumidor.
Prós:
. o "cabedal" é perfeitamente imitado em termos de aparência e textura.
. extremamente confortável
. elegante
. vegan
Contras:
. ainda que explicado por extenso no site deles o porquê, são feitas na China
4) LANCEL
Brigitte Bardot - cotton - black
+/-250€ segunda mão
*descontinuada*
A mala dos meus sonhos.
Já vos falei da FURLA, que foi uma mala que desde o seu lançamento, nunca deixei de ter aquele desejo de a ter. Pois bem, 2010 foi um ano em grande, pois foi exactamente durante esse ano que a LANCEL lançou a sua bolsa Brigitte Bardot. Penso que não é necessário falar-vos do mito que é Brigitte Bardot e o enorme peso que esta personagem teve durante os anos 50 e 60. Hoje em dia, quando se fala na Brigitte Bardot pensa-se no sexy, no atrevido e expontâneo lado da sua personalidade e tende-se a esquecer com desdém a figura agora envelhecida e "estravagante" da outrora sex symbol. É verdade que Bardot foi tudo isto e muito mais, e o seu nome agarrou-se ao nosso imaginário colectivo como o apogeu da sensualidade e positivismo liberal em ser mulher. Foi no entanto, nos anos em que o seu corpo começou a mudar de forma, e os seus cabelos perderam o volume, que esta Mulher começou talvez o capÃtulo mais significativo da sua existência. Virou-se para a protecção dos animais, sendo a maior activista contra o uso de peles de animais para roupa. Hoje o seu nome está associado à fundação que criou e o seu trabalho é da maior importância para a defesa do planeta e dos seres que nele vivem.
E o que é que isso tem a haver com a mala? É só porque se chama Brigitte Bardot? Grande golpe de marketing… Só que não.
A LANCEL, marca conhecida pelo fabrico de acessórios e bolsas de cabedal contactou Brigitte Bardot para um modelo lançado com o seu nome e envolvimento artÃstico. Bardot, numa jogada extremamente inteligente, em vez de recusar associar o seu nome a uma casa que era e é tão conhecida pelo uso de pele, aceitou a proposta. Renunciou a parte artÃstica deixando-a ao então director criativo da casa, Lancello Borghi, e em contra-partida exigiu que a mala não tivesse um único material de origem animal. Para além disso os materiais tinham que ter uma componente ecológica.
Aqui podem ver um video onde Leonello Borghi expõe os passos da criação da mala e o porquê dos detalhes por detrás da mesma. É fascinante.
Esta é a razão pela qual me apaixonei por esta mala. Não só a componente estética agradou-me enormemente, como toda a história por de trás da mesma justificavam o preço.
Para mim, a moda pode fazer peças "perfeitas" sem que tenha que comprometer os princÃpeis éticos que devem guiar o nosso julgamento todos os dias. Esta mala é o exemplo ideal.
A mala foi descontinuada mas ainda se encontram muitas à venda em segunda mão (cuidado com as imitações!)
Comprei a minha no inÃcio deste ano, em segunda mão, por 100€, no entanto a maioria ronda os 200/300€ sendo que o preço original ia dos 600€ aos 900€ dependendo da cor e do material.
Prós:
. algodão biológico
. vegan
. tintas naturais de extractos de frutos
. qualidade
. versatilidade
Contras:
. Made in China
Deixo-vos aqui, na versão de Dário Moreno, com a música que canto na minha cabeça e para quem estiver perto para a ouvir, sempre que uso a mala.
5) SUSUU . WAYUU BAG
Wayuu - bolso artesanal - étnico
69€ (saldos) + 15€ portes
*muitas cores disponÃveis*
Colombia! Entre o liceu e a faculdade, a minha irmã tirou um ano sabático, que passou em França, Tours, a aprender a lÃngua no Institut de Touraine, onde fez muitos amigos. Pois a maioria destes eram da América Latina, mais especificamente da Colombia.
Quando voltou para Portugal, para além das lágrimas, trouxe as música, a comida, a lÃngua (mais a espanhola que a francesa) e passou-me a vontade de melhor conhecer a cultura dum povo tão próximo e distante do nosso.
No ano seguinte passou as suas férias de Verão na Colombia e ao regressar trouxe presentes fantásticos, entre os quais uns brincos com uma ave do paraÃso laranja, que sempre que uso tenho imensos elogios.
Penso que foi no ano seguinte que também a minha Mãe foi à Colombia e de regresso mostrou-nos as compras que fez. Uma delas era uma bolsinha para ter o telemóvel ao pescoço lindÃssima. Feita de uma fibra natural, contou-me que este tipo de artesanato era da autoria da tribo Wayuu, onde as mulheres Ãndias teciam estes bolsos de todos os tamanhos e cores. Confessou a vontade de ter comprado uma maior, mas que o preço delas não era muito convidativo, ficando-se então por uma mais pequena.
Começou a pesquisa aqui da manÃaca. São lindas estas bolsas, o mais difÃcil é escolher a cor. Mas tal como a minha Mãe me avisou, são carÃssimas! Mas eu quando quero uma coisa, pode demorar anos até a ter, mas não desisto.
Foi então que depois de muitas horas na internet, me deparei com esta marca espanhola que tem uma enorme selecção de bolsas originais da tribo Wayuu, onde tudo o que faz é adicionar um circulo de metal com o nome da marca, o que eu até acho que lhes dá um ar mais citadino.
Agora, a dica que vos deixo é: sigam a marca no instagram e esperem pelo anúncio dos saldos. E então é a LOUCURA!
Enviam para Portugal, mediante um email a expressar essa vontade.
Prós:
. fibra natural (neste caso algodão)
. extremamente versátil
. original
. resistente à sujidade (dependendo da cor)
. grande variedade
Contras:
. sinceramente não encontro nenhum, talvez o preço seja inflacionado, mas as tribos indÃgenas já estão bastante integradas na sociedade "moderna" para que sejam exploradas, o que me leva a crer que os preços sejam de comércio justo.
6) 202 FACTORY
Clear Clutch
+/- 100€
*descontinuada*
Esta mala chamou-me a atenção logo que a vi na página de alguém no Tumblr. Lembro-me de a ter mostrado à minha Mãe, que na altura disse "Oh! Isso passado algum tempo o plástico fica amarelo…" E então desisti da ideia, já para não falar que não ia pagar 100€ e picos por uma clutch de plástico.
No dia-a-dia nunca uso malas que impliquem que as tenho que ter na mão, seja porque tÊm uma alça curta que não dá para levar ao ombro ou porque não têm alças de todo. No entanto, em festas, gosto muito do look de uma clutch, o problema é que é preciso ter 50 mil que combinem com a estética e dress code de cada evento. Sempre que me deparava com este "dilema", lembrava-me desta clutch.
Foi então que pela recomendação da activista Lauren Singer (defensora de uma vivência sem produzir lixo, sigam-na aqui), pesquisei pela loja de segunda mão nova-iorquina Beacons Closet, que para meu espanto tinham uma loja online. Queria tudo, e fui abrindo separadores atrás de separadores, até que vi esta clutch. Existem muitas imitações na Clear Clutch da 202 Factory, mas a não ter a original, prefiro não ter. Já para não falar que este modelo exacto tinha sido descontinuado, estava à venda neste site por 26$! Mine!
Prós:
. adapta-se a várias ocasiões, sendo que só é necessário ter uma única clutch (extremamente versátil)
. original
. resistente à chuva
Contras:
. este modelo mais simples foi descontinuado -.-
. pvc
. vê-se mais a sujidade
. o fecho não é dos mais simples…
. relativamente à loja, só exporta para os EUA
!ONE DAY!
Muito bem, agora vou falar-vos de duas malas que não tenho, mas que estão na minha wishlist.
) STELLA MCCARTNEY (
Light Grey FALABELLA Shaggy Deer Fold Over Tote
795€
Mas que caso fantástico onde um nome como o McCartney volta a afirmar-se numa perspectiva completamente diferente e independente.
Tal como Alexander McQueen, Stella McCartney aprendeu as artes da costura na famosa Savile Row em Londres, onde os mestres alfaiates constroem fatos à medida dos seus clientes desde o século XIX.
Após licenciar-se em Fashion Design pela Central Saint Martins estagiou com nada mais nada menos que com o próprio Christian Lacroix e sucedeu a Karl Lagerfell no posto de Directora Criativa da Chloé.
Não sei se é coincidência ou não, mas também de 2010 é a Falabella Bag, que rapidamente se tornou numa it-bag e num staple da marca.
Penso que é o sonho de qualquer fashionista e/ou ambientalista de um dia poder ser dona de uma destas malas. Stella McCartney criou A MALA que grita effortless. Vamos vestir uns jeans rasgados e uma t-shirt. Atiramos a mala para os ombros e off we go. É uma mala que se adapta ao decorrer do dia, podendo ser usada de varias maneiras sem que para isso seja preciso pôr ou tirar acessórios extras. Apesar da sua linha relaxada, a corrente que delimita a mala e forma a alça, acrescenta um hardware simultaneamente simples e marcante.
Deixo-vos aqui com uma entrevista feita pela VOGUE à estilista onde ela explica o seu processo criativo. Acho memorável a forma como a designer expõe a importância da moda sustentável ao mesmo tempo que diz que o seu principal objectivo é criar peças fantásticas que as suas clientes queiram usar, a componente ecológica fica a seu cargo, não sendo um conceito a explorar no seu marketing ou criações. Estou completamente de acordo com esta abordagem à moda, onde o sustentável e o ecológico têm que estar sempre presente, e acredito que no futuro não será necessário alertar consciências para este factor, de tão impregnado que estará. As cores, as texturas, os cortes esse sim é o foco, e é a melhor maneira de espalhar a mensagem de que para proteger os animais e o planeta não se tem que abdicar da moda. Esta entrevista faz parte de uma série intitulada VOGUE VOICES que recomendo muito ver, pois tem convidados como Tom Ford e Marc Jacobs e está realizada de forma a que o espectador sinta que está numa conversa casual onde são respondidas perguntas que não sabia ter. Faço também aqui uma especial menção à entrevista de Albert Elbaz, a qual podem encontrar neste link, Director Creativo da casa Lanvin, pois fez-me conhecer um homem que ficou sem dúvida na lista das pessoas que um dia gostava de ver e falar pessoalmente. Uma pessoa informada, uma pessoa sensÃvel e sobretudo uma pessoa ciente do seu papel e da pouca e muita importância que tem.
) MATT&NAT 2 (
Diaper Bag - raylan med - chili
190€
*normalmente "descontinuam" e relançam a mala sob um nome diferente*
Sim, eu sei que não sou Mãe, mas esta "mala para fraldas" é simplesmente genial.
Somente o futuro dirá se serei Mãe e que tipo de Mãe serei, mas se depender de mim, vejo-me como uma Mãe relaxada mas não desleixada, e é por isso que a minha mala cheia de fraldas, chupetas, biberons e toalhetes, vai reflectir isso.
Esta é uma mala que para além de ser muito prática para as mommys, pode ser facilmente convertida para uma mala de fim-de-semana.
É ideal para quem quer ter a certeza que tem TUDO e mais um bocadinho caso o seu bebé precise e ao mesmo tempo, um fácil acesso a esse TUDO. Esta mala está extremamente bem concebida. Tem muitas ranhuras e espaços para uma organização on fleek, e a aparência de ser cabedal proporciona-lhe um ar mais clean e moderno.
Olá, bom dia! Vamos mudar um pouco muito o rumo deste blog? Vamos sim! O tópico que inspirou esta mudança é o que podem ler a cima "Moda Ecológica" ou mais popularizada como Eco Fashion, não faz mal um bocadinho de nacionalismo de vez em quando…
O principal objectivo que terei ao expôr este tema é o seguinte: desmistificar o conceito. Este tipo de ideia sempre este muito associado a roupa tosca e improvisada, o que fez com que não ganhasse um público muito abrangente. No entanto, quando comecei a procurar marcas que oferecessem produtos sustentáveis mas simultaneamente modernos, deparei-me com uma infinidade de resultados dos mais diferentes tipos. Existem por isso soluções para diferentes tipos de orçamentos, estilos e posições do globo.
A Moda Ecológica não devia chamar-se assim, mas antes somente 'Moda'. É do meu desejo e opinião, que daqui a uns anos, não será uma minoria, mas sim uma maioria a seguir esta tendência, passando a ser então, não a excepção, mas a regra desta poderosa indústria. No entanto, até que esta situação passe a ser a realidade, penso ser de imensa importância a insistência deste assunto como foco de pensamento, discussão e acção.
Este tema é muito complexo e toca em vários tópicos e problemáticas que vou tentar expôr ao longo dos posts da melhor maneira possÃvel.
Quando comecei a explorar esta vertente da moda, deparei-me com uma série de dúvidas, questões, paradoxos e contradições, que me deram muitas dores de cabeça e noites sem dormir, foi então neste video do canal do youtube GREEN CLOSET que encontrei muitas das respostas que me ajudaram a melhor compreender o papel activo que podemos ter na indústria da moda. Neste video, Verena fala da importância de priorizar segundo os nossos valores éticos, pois é muito difÃcil que uma peça de roupa englobe todos os parâmetros que pensamos serem cruciais. Algumas destas categorias são:
- vegan/cruelty-free (= direitos dos animais)
- fair trade (= comércio justo)
- materiais sustentáveis (reciclados, orgânicos, etc.)
- comércio local (tradicional, empresas locais/independentes, etc.)
Para pensar neste assunto, pelo menos numa fase de imergência, temos que partir desta noção de que não existe perfeição utópica, mas sim manter a noção fundamental do consumismo informado e responsável. Penso que o mote a ter na memória é Just because you can't do everything doesn't mean you shouldn't do something. Esta linha de pensamento é muito bem exposta aqui.
Neste post não irei apresentar nenhuma marca ou exemplo de peças disponÃveis no marcado, pois pretendo que o mesmo seja um post puramente informativo e uma base para quem deseja melhor compreender e perceber este ramo emergente da indústria da moda.
Espero que este tema desperte interesse em vocês da mesma maneira que suscitou em mim, e nos próximos posts dar-vos-ei a conhecer marcas que muito me inspiraram e alegraram com as infinitas soluções que oferecem, mostrando assim que o ser humano consegue sempre encontrar respostas para equilibrar o mau que acontece no mundo, com o maravilhoso que cria.
Pé de Meia, é o nome desta loja. Frequentemente confundo o nome com a Loja das Meias, por razões óbvias, mas não se preocupem, os preços estão longe de ser os mesmos.
Gosto particularmente da loja que fica na Rua Direita de Cascais (também conhecida como Rua Frederico Arouca) porque é a que conheço desde pequenina. Anyway…
É uma loja fantástica para quem gosta de meias ou para quem quer algo muito especÃfico, pois lá encontram-se de todos os tamanhos, cores, modelos, tecidos. Para o Verão ou para o Inverno, está lá o par de meias que procuram.
A última visita que lhes prestei saà de lá com um par de meias altas e um par de perneiras curtas. Reparei que a embalagem está diferente e a isso devo um *clap clap!






























